sábado, 16 de outubro de 2010

Agora Nunca Se Sabe


para Natália Bayeh
Agora nunca se sabe se o final está onde almeja minha visão.
Na profundeza desses olhos caio sem pudor em imensidão.
E se a verdade sai rasgando o céu, devastador é meu punhal.
Não enraízo em solo fértil palavras volúveis em meio ao vendaval.
Olho ao redor , sofro ausência e passagem,
Cá pra dentro sangue que transborda displicente a sua vontade.
(Bruno Tadeu Lopes)


(Xeque Mate - Canastra)